O poeta pensa
As vezes lamenta
As vezes aprende
Mais nunca compreende
O poeta cria
As vezes copia
O poeta falece
As vezes padece
Mais nunca desaparece
Candido Santos
Blog para amantes de poesia, pensadores e idealistas. Abordaremos a poesia em uma época onde ela foi quase totalmente esquecida, mostraremos ao mundo que um verso pode mudar o destino de uma nação. Sejam bem vindos pensadores e poetas. Aqui a poesia brasileira vive não só na mente mas no coração de cada um.
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Assim ordenou Cristo
Um lindo pássaro nasceu
no seu ninho cresceu
sua vida no céu prevaleceu
nas asas, sua liberdade
amor! E um coração cheio de lealdade
Assim ordenou Cristo
voando através das águas
curando todas as magoas
NINGUÉM HA DE DUVIDAR DISTO
assim ordenou Cristo
Candido Santos
no seu ninho cresceu
sua vida no céu prevaleceu
nas asas, sua liberdade
amor! E um coração cheio de lealdade
Assim ordenou Cristo
voando através das águas
curando todas as magoas
NINGUÉM HA DE DUVIDAR DISTO
assim ordenou Cristo
Candido Santos
Todos, como somos!
Implora pela vida
Chora diante de um coração
Jura ser o dono da razão
Corre atrás da sorte
Treme perante a morte
Voa em pensamentos
Morre em lamentos
Até um dia perceber
A vida chora por um coração
A sorte treme diante da razão
A morte apenas pensa
Depois, apenas lamenta...
CÂNDIDO SANTOS
Chora diante de um coração
Jura ser o dono da razão
Corre atrás da sorte
Treme perante a morte
Voa em pensamentos
Morre em lamentos
Até um dia perceber
A vida chora por um coração
A sorte treme diante da razão
A morte apenas pensa
Depois, apenas lamenta...
CÂNDIDO SANTOS
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Presságio
O amor,
quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar pra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Sabe bem olhar pra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem
quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente…
Cala: parece esquecer…
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente…
Cala: parece esquecer…
Ah, mas
se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem
sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar…
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar…
Fernando Pessoa
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